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teatro não se faz apenas dentro de caixas pretas ou sob os lustres de uma sala nobre. Ele se faz nas brechas, nas margens do asfalto, onde a cidade expulsa o que não pode mais codificar.
A Cia. Mungunzá sabe bem disso: seu lugar não é o palco institucional, mas a rua como campo de batalha simbólica.
Leia mais (04/07/2026 - 11h00)