Há algo em nós que insiste em acreditar que a força resolve. Mesmo quando a história já demonstrou, reiteradamente, os limites dessa crença, permanece um resto -quase infantil, arcaico- que sustenta a fantasia de que é possível eliminar o mal pela destruição do outro. Como se, ao suprimir o inimigo, pudéssemos enfim alcançar a paz.
Leia mais (04/04/2026 - 22h00)