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Conheça o mercado do golfe em Goiânia; cidade conta com o único campo oficial do Centro-Oeste e de padrão internacional

O golfe, que é um esporte de concentração e estratégia, vem ganhando espaço em Goiânia, e em Goiás, se consolidando como prática de lazer e bem-estar. À frente desse movimento está Michel Thó, empresário e presidente da Associação Goiana de Golfe (AGG), que representa os golfistas do Estado e busca ampliar a prática da modalidade.

Michel Thó, empresário e presidente da Associação Goiana de Golfe (AGG) | Foto: Divulgação

“Nós criamos essa associação para desenvolver o esporte. Arrendamos uma parte do Goiânia Clube de Golfe para fazer um clubhouse, porque lá não tinha. Os próprios golfistas cotizaram e construíram”, explica Michel.

A AGG conta hoje com cerca de 70 associados mais assíduos, em um total de 105 jogadores cadastrados, e organiza torneios locais, além de membros participarem de competições nacionais, como os da Associação Brasileira de Golfe Sênior (ABGS). “Já tem uns três anos que nós jogamos. São em torno de 20 torneios no ano, de Porto Alegre ao Ceará, passando por São Paulo e Rio de Janeiro”, acrescenta.

“Meu filho Lucas Thó também joga e minha esposa Patrícia Thó também” | Foto: Divulgação

Em Goiás, o cenário ainda é restrito. “Aqui em Goiânia nós temos só o Goiânia Golf Club. Em Rio Verde existem três campos, mas nenhum oficial de 18 buracos. Há um campo de nove buracos em uma fazenda particular, outro de seis buracos na cidade usado para aulas e um de nove buracos em condomínio fechado”, detalha.

Custos do esporte

Sobre os custos, Michel destaca que o maior investimento é o tempo. “O custo financeiro hoje é muito mais barato do que já foi. Uma bolsa de iniciante custa entre R$ 2 mil e R$ 2,5 mil, equivalente ao preço de duas raquetes de tênis. Mas você não precisa comprar nada para começar, basta procurar o Goiânia Golf Club e agendar aulas. Cada aula custa entre R$ 180 e R$ 250, e o professor fornece todo o equipamento”, afirma.

Ele fala sobre a evolução dos equipamentos. “Você começa com o básico, e mais barato, e vai melhorando. Tem taco que custa 700 dólares, mais caro que a bolsa inteira, mas você não precisa disso para iniciar”, aponta.

A jogabilidade do golfe

Michel também ressalta a complexidade do esporte. “Já pratiquei vôlei, basquete, handebol, squash, tênis, motocross, paraquedismo… O golfe é disparado o mais difícil. Ele exige muita concentração e tem muitas variáveis: vento, sol, chuva, época do ano, tudo influencia o comportamento da bola”, explica.

Além disso, cita os estudos na área que apontam benefícios à saúde. “Quem joga golfe vive, em média, cinco anos a mais e tem 27% menos chance de desenvolver Alzheimer, porque o esporte exige cálculos constantes e exercita os neurônios”, pontua.

Aspecto social e cultural

O presidente da AGG destaca ainda o aspecto social e cultural. “Campo de golfe não tem lugar feio. Você viaja, conhece cidades, hotéis, vinícolas. Por exemplo, dia 17 de abril, 15 casais de Goiânia, incluindo eu e a minha esposa, vão ao Uruguai visitar um amigo em comum e jogar golfe durante uma semana. Qual outro esporte proporciona isso?”, conta.

Michel Thó, seu filho e sua esposa | Foto: Divulgação

A prática

Para ele, o golfe é relaxante em determinados momentos e estressante em outros, mas o contato com a natureza e as viagens tornam tudo especial. “Você começa com aulas, se integra ao grupo, participa de torneios e descobre um mundo novo. É uma evolução natural”, afirma.

O presidente da AGG detalha como funciona a prática e a organização do golfe em Goiás e no Brasil. Ele explica que o Goiânia Clube de Golfe mantém um torneio interno de ranking, restrito a jogadores acima de 40 anos, que serve de base para a federação.

“Apesar de muitos pensarem que o golfe não exige preparo físico, competir contra jovens de 15 ou 20 anos faz diferença. O campo varia de tamanho conforme a categoria, e isso influencia diretamente o jogo”, explica.

O tempo de jogo

Michel destaca também a grande variação no tempo de uma partida, dependendo do número de jogadores. Em treino individual, já completou 18 buracos em 1h16, mas em torneios com quatro participantes o tempo pode chegar a 5 horas. “Em média, um jogo com quatro pessoas consome de 3h30 a 4h”, disse.

Ele acrescenta que o ranking interno reúne entre 30 e 60 competidores, enquanto o nacional ultrapassa 120 inscritos, vindos de todo o país.

Michel revela que o Country Clube de Goiânia estuda implantar um campo de nove buracos, projeto desenhado por ele próprio. “A ideia é oferecer um espaço de formação de atletas, já que o clube tem tradição em várias modalidades. O golfe seria um esporte complementar”, explicou.

Aprender

Sobre o aprendizado, Michel ressaltou que o processo é gradual e varia de pessoa para pessoa. “Em três a seis meses de aulas, o jogador já domina o básico. Depois segue um período autodidata, buscando referências na internet e em atletas com perfil semelhante. Mais tarde, volta ao professor para aperfeiçoar aspectos específicos, como o drive ou a tacada curta”, disse.

Ele lembra que há jogadores com mais de 30 anos de experiência que ainda recorrem a aulas pontuais. Para Michel, o golfe é um esporte que se soma a outras práticas, como o tênis, sem perder seu caráter formativo e competitivo.

Quantidade de membros

Segundo Michel, a associação conta hoje com 105 jogadores cadastrados, dos quais cerca de 70 são considerados ativos, frequentando o clube em diferentes ritmos, alguns diariamente, outros semanalmente ou mensalmente.

A diferença se explica porque parte dos associados reside no exterior ou está temporariamente afastada das atividades, mas ainda mantém vínculo com o esporte. “O número de 105 cadastrados está bem próximo da realidade de Goiânia. Se houver mais praticantes, é apenas um pouco acima disso, porque conhecemos praticamente todos que frequentam o clube”, afirma.

Negócios

Além da prática esportiva, Michel destaca o papel social e profissional do golfe. Para ele, o campo é um espaço privilegiado de networking e a construção de amizades duradouras.

“É um esporte espetacular, onde as pessoas fazem muita amizade de longo prazo. E também é um lugar de muito networking. Você passa quatro horas caminhando com alguém e dá tempo de conversar sobre todos os assuntos”, explica.

Ele mesmo relata que recentemente fechou uma parceria empresarial durante uma partida de golfe. O ambiente de negócios no golfe é tão presente que muitas pessoas marcam partidas com objetivos específicos de conversar com parceiros de determinado ramo. Grandes empresas já perceberam esse potencial e têm investido em patrocínios e ações dentro do campo.

Michel cita exemplos de marcas que já se envolveram nas competições do Goiânia Clube de Golfe. “Empresas que patrocinam nossos torneios, como a Highpar [Grupo de investimentos e soluções financeiras], por exemplo, já conseguiram vários clientes no golfe. A Porsche, a Audi e a BYD também já levaram seus produtos para expor, porque sabem que é um público seleto, capaz de consumir esses produtos”, conta.

Visão

Em sua visão, o golfe em Goiânia se consolida não apenas como prática esportiva, mas como um espaço de convivência social e de oportunidades de negócios. Para Michel Thó, o futuro da modalidade na cidade é promissor. “O golfe só tem coisa boa para falar. É esporte, é amizade, é networking e é negócio. Tudo isso junto faz do golfe uma experiência única”, finaliza.

Goiânia Clube de Golfe

O Goiânia Clube de Golfe é hoje um marco esportivo e urbanístico da capital goiana. Mais do que um campo, o empreendimento nasceu de um sonho e de uma visão de futuro, sobre o esporte na capital, que se consolidaram ao longo de décadas. A história do clube é marcada por ousadia, pioneirismo e pela capacidade de transformar uma área antes isolada em um polo de lazer, esporte e urbanização.

Goiânia Clube de Golfe, localizado na Av. Orlando Rizzo, 231 – Residencial Goiânia Golfe Clube | Foto: Divulgação

Em entrevista ao Jornal Opção, o diretor do clube, Rafael Neves Rizzo, explica que o empreendimento foi concebido para suprir uma demanda que era inédita. “Na época, para você ter um empreendimento que era descontínuo da malha urbana da cidade, você tinha que dar algo em benefício para a sociedade. Foi o que aconteceu no Alphaville, com a entrega da área do autódromo. No nosso caso, o campo de golfe seria esse marco. Goiânia teria o primeiro campo de golfe oficial do Estado, um motivo para se destacar a nível nacional”, conta.

O diretor do clube, Rafael Neves Rizzo | Foto: Samuel Oliveira/Jornal Opção

A ideia nasceu do pai de Rafael, Leonardo Rizzo, que trouxe consigo uma paixão pelo esporte. “Foi meu pai que teve essa ideia. Temos a missão de dar continuidade a isso. Na época, foram feitas algumas pesquisas de mercado, havia sim essa demanda, mas também foi muito um feeling dele”, relembra.

Goiânia Clube de Golfe, localizado na Av. Orlando Rizzo, 231 – Residencial Goiânia Golfe Clube | Foto: Divulgação

Segundo Rafael, a trajetória é marcada por coincidências do destino. “Meu pai nasceu na cidade de Goiás, mudou para Goiânia aos 14 anos. Aos 15 para 16 já era estagiário numa imobiliária. Com 18 anos juntou dinheiro e foi morar nos Estados Unidos. Lá foi adotado por uma família de corretores e golfistas. Desde então, sempre sonhou em trazer um campo de golfe para Goiânia. Em determinado momento isso foi possível, ele juntou alguns parceiros”, aponta.

Ao ser questionado se o pai pratica o esporte de forma continua, o diretor do clube respondeu que sim. “Ele mesmo joga golfe, está sempre aqui. Hoje já está na categoria sênior, não dá para competir com os garotões de 30 a 40 anos, mas ele joga sim”, afirma. “Todo sábado ele joga”, complementa Gabriela Rizzo, irmã do Rafael, que participou da entrevista.

Goiânia Clube de Golfe, localizado na Av. Orlando Rizzo, 231 – Residencial Goiânia Golfe Clube | Foto: Divulgação

Estrutura

O campo impressiona pela estrutura, são 18 buracos, 7.126 jardas, quatro tees de saída para diferentes níveis de jogadores, fairways largos, greens imensos e bunkers profundos. O buraco 12, um par 3 desafiador com green em forma de ilha, é considerado emblemático.

Goiânia Clube de Golfe, localizado na Av. Orlando Rizzo, 231 – Residencial Goiânia Golfe Clube | Foto: Divulgação

O driving range é apontado como um dos melhores do Brasil, e o back-nine recebe elogios pela beleza e pelo desafio. Trata-se do primeiro projeto do arquiteto Dan Blankenhip no Centro-Oeste, reforçando a exclusividade da obra.

Em entrevista ao Jornal Opção, Gabriela Rizzo, diretora de marketing, destaca que o campo é o único campo oficial do Centro-Oeste. “Os mais próximos ficam em Rio Verde, mas não são oficiais, têm apenas nove buracos. Depois já é Brasília. Mas aqui em Goiás e nos vizinhos, nós somos o único campo”, aponta.

Gabriela Rizzo, diretora de marketing | Foto: Samuel Oliveira/Jornal Opção

Ela conta ainda que o paisagismo foi assinado por Rosa Grena Kliass, uma das maiores paisagistas do país. “O time que concebeu esse campo é muito pesado”, lembra.

Comparação com o Autódromo

Questionada se o campo poderia se tornar, algum dia, para o golfe o que o autódromo de Goiânia se tornou para o automobilismo, Gabriela respondeu que sim, mas com uma diferença.

“Acho que uma diferença é que aqui sempre teve vida, sempre teve movimento, aqui a gente está em constante crescimento, e não parou em nenhum momento, nunca esteve fechado para manutenção ou para obra desde quando foi inaugurado, está sempre evoluindo, investindo, melhorando, mas sempre numa constante de crescimento”, afirma.

Inclusão

O espaço também se consolidou como ambiente familiar. “As famílias gostam de vir jogar juntas. Às vezes começa o pai com a esposa, depois vêm os filhos. Hoje vemos clínicas femininas, mulheres tomando a iniciativa de iniciar no esporte. Se a mulher é o esteio da família, isso acaba trazendo mais pessoas”, destaca Gabriela.

Gabriela Rizzo, diretora de marketing | Foto: Samuel Oliveira/Jornal Opção

Ela reforça que o golfe é mais inclusivo do que muitos imaginam. “Temos crianças aprendendo e golfistas com 85 anos competindo. O golfe não restringe idade nem condicionamento físico. Aos poucos conseguimos quebrar o estereótipo de que não é para todos”, explica.

Custos

Gabriela conta que o esporte, no entanto, exige investimentos. “São 1,5 milhão de metros quadrados de grama específica, que demanda jardinagem diária e irrigação intensa. Temos 18 pessoas só na equipe de jardinagem e são usados mais de 100 mil litros de água por dia. A manutenção é cara”, explica.

As aulas custam, em média, R$ 250 por hora-aula individual, com valores que podem reduzir quanto maior for o grupo de pessoas e as horas fechadas. Dependendo desta quantidade, mais em conta ficam os valores individuais. Há também clínicas de golfe, pacotes de aulas e o green fee, taxa para acessar o campo.

Contrapartida social

Rafael lembra que o campo de golfe tem uma função social. “No decreto municipal de aprovação, está previsto que, caso o clube não consiga seguir com sua operação, a área não pode ser loteada. Ela se tornaria um parque municipal. Foi uma contrapartida para aprovar um empreendimento não-conexo à malha urbana”, afirma.

O diretor do clube, Rafael Neves Rizzo | Foto: Samuel Oliveira/Jornal Opção

José Marcos, professor de golfe

Em entrevista ao Jornal Opção, José Marcos, professor de golfe do clube, detalha os diferenciais do campo. “Esse campo aqui, o diferencial dele é que aqui no Centro-Oeste, ele está dentro do tamanho de um campo do tour internacional. Ele está numa área de 76 hectares. Quando o campo tem essa medida, ele é classificado como um Championship Course. O arquiteto Dan Blankenship projetou o campo com padrão internacional. Hoje somos o 16º layout do Brasil, entre aproximadamente 130 campos oficiais”, conta.

José Marcos, professor de golfe do clube | Foto: Divulgação

José explica a dinâmica do campo. “São 18 buracos e vence quem completa o percurso com o menor número de tacadas. Existe o handicap [que é um número que representa a habilidade técnica de um jogador], permitindo que golfistas de diferentes níveis compitam de forma justa, que equilibra a diferença entre jogadores. Se o meu handicap é 15 e o seu é 10, eu te dou cinco tacadas de vantagem. Além disso, há os tee [local gramado de onde o jogador inicia o jogo] diferentes, eu, com mais pontos, jogo do dourado, você do branco, mais próximo do green. Isso equilibra o jogo”, explica.

O professor de golfe do clube detalha o traçado. “Começa no buraco 1 e vai até o 18. O campo tem tee, fairway, green e obstáculos como bunkers de areia, árvores, água e mata. Se a bola sai do limite, chamado de out of bounds, o jogador recebe uma penalidade e deve jogar novamente do ponto original. É um esporte em que quanto menos pontos, melhor. Você tem três minutos para encontrar a bola perdida, senão recebe penalidade”, conta.

Ele também explica sobre os tacos. “Em uma taqueira de golfe, a regra permite que você utilize até 14 tacos. Cada taco é específico para uma área e distância diferente. Entre eles estão os de longa, média e curta distância, além do putter, usado para finalização. O jogador precisa tomar a decisão certa. O golfe não é quem bate mais longe, é quem é constante. Existe o lance da constância. Se você bater reto, anda menos. Se jogar em ziguezague, pode andar até 15 quilômetros. A primeira tacada não ganha o jogo, mas a próxima sempre é a mais importante”, afirma.

Os tacos e a constância

José Marcos explica um detalhe técnico. “Em uma taqueira de golfe a regra permite que você utilize até 14 tacos. Cada taco é específico para uma área e distância diferente. Entre eles estão os de longa, média e curta distância, além do putter, usado para finalização. O jogador precisa tomar a decisão certa. O golfe não é quem bate mais longe, é quem é constante. Existe o lance da constância. Você tem que ser objetivo”, aponta.

Sobre o golfe

Sobre o esporte, Rafael Rizzo cometa que o golfe possui uma lógica semelhante a outros esportes. “Sem entrar muito nas regras, para fazer uma comparação, é muito parecido com o que nós temos às vezes com um campeonato de futebol. Você tem uma associação brasileira, dessa associação você pega as associações regionais ou seniors que são filiadas a elas e elas vão organizando esses rankings”, explica.

Rafael destaca que há um ranking interno do clube e explica como funciona e sua finalidade. “Tem um ranking interno do clube que nós mandamos para as federações competentes pros jogadores serem federados. Então, tem toda essa dinâmica. E acho que isso é mais nos esportes individuais. Você tem essa questão do ranqueamento. Você vai ranqueando amador, de repente você entra num nível profissional”, afirma.

Regras básicas

Rafael apontou que o diferencial no golfe é que você sempre está se desafiando e melhorando, “competindo com você mesmo e otimizando os seus resultados”. “Mas, em linhas gerais, um campo oficial de golfe são dezoito buracos, vence quem consegue colocar a bola no buraco em menos tacadas”, diz.

“Existe até aquela expressão hole in one, que é o grande sucesso pra um golfista, quando você acerta o buraco em uma única tacada. Cada buraco tem um par, que é a quantidade de tacadas que o campo entende que você deve fazer. Por exemplo, no buraco um pode ser um par três. Se você acertou em cinco tacadas, vai fazendo essa contagem e ranqueando depois”, completa.

Gabriela complementa que eles têm par diferente: é essa quantidade de tacadas que o campo sugere que o golfista deva acertar a bola no buraco. “Você vai: ‘não, estou de acordo com o par do campo, fiz mais ou fiz menos’. Então vai pela quantidade de tacadas”, afirma.

Rafael Neves Rizzo e Gabriela Rizzo | Foto: Foto: Samuel Oliveira/Jornal Opção

Público-alvo

Rafael destacou quem são os principais frequentadores. “Eu acho que nós temos um primeiro público-alvo, que são os moradores dos condomínios da região. Porque nós somos aqui o Goiânia Golf Club, que faz parte de um complexo urbanístico chamado Portal do Sol Golf. É a marca de condomínios Portal do Sol que é parceira do clube de golfe, e que tem vários condomínios em volta”, conta.

“Nós já lançamos o Portal do Sol Green, Portal do Sol Garden, ainda temos três condomínios a serem lançados. Por último, lançamos a última etapa do Portal do Sol Green, que chama Reserva dos Lagos. Então eu acho que o primeiro público-alvo são esses condomínios”, aponta.

Ele acrescenta que já trabalhou com vendas nos condomínios e sempre teve um público-alvo muito claro. “Jovens famílias, normalmente aquele casal que se casou recentemente, que está pensando em ter filhos ou que os filhos estão começando a andar, querendo aprender a andar de bicicleta. O pai quer que o menino tenha mais contato com a natureza, que é um diferencial dos nossos condomínios, além de serem vizinhos do campo de golfe, eles têm muita área verde interna”, afirma.

Visão de futuro

Gabriela Rizzo lembra da confiança do pai no projeto. “Ele tem essa visão empreendedora e a longo prazo muito clara na cabeça dele e que às vezes fica até difícil de transmitir para outras pessoas. Nós fomos a primeira família a construir uma casa aqui, quando ainda era terra vermelha e morros”, aponta.

Gabriela Rizzo, diretora de marketing | Foto: Samuel Oliveira/Jornal Opção

“Ele dizia: ‘Aqui é o melhor condomínio de Goiânia, é a área mais valorizada, aqui vai ter isso, aqui vai ter aquilo’. Naquele momento a gente não enxergava muitas coisas, mas hoje percebemos que ele estava certo. São 50 anos de mercado, participou do plano diretor, conhece muito bem Goiânia e consegue visualizar o futuro. As coisas vêm se concretizando”, afirma.

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