Quando entrei na sala, já era tarde demais. Sobre o sofá vi a ponta de um fio rubro. Acompanhando com os olhos sua trajetória, constatei que vinha do novelo parado no assoalho sob a mesinha de centro, impassível como o cadáver sangrento de um pequeno animal.
Leia mais (03/25/2026 - 17h33)