Integrantes da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado avaliam que o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal)
Gilmar Mendes interferiu nos trabalhos do Congresso ao
suspender a quebra de sigilo da empresa Maridt, que tem entre seus sócios o também ministro Dias Toffoli. Na corte, por sua vez, o entendimento é que o colegiado ultrapassou seu escopo de investigação ao avançar sobre a investigação envolvendo a empresa.
Leia mais (02/27/2026 - 23h00)