Em um galpão em Canoas, na região metropolitana de
Porto Alegre, dois homens passaram as últimas semanas observando dezenas de pedaços de madeira espalhados de forma organizada no chão. Várias acumulam marcas de cupim e mofo, ou estão inchadas ou empenadas. À primeira vista elas parecem descarte, mas uma fileira de teclas pretas e brancas, algumas já amareladas, mostra que aquele objeto desconstruído no chão um dia já foi um
piano.
Leia mais (02/21/2026 - 13h00)