A morte me foi apresentada de forma trágica aos dez anos, quando perdi meu irmão caçula, de 8 anos, a melhor amiga e a prima mais próxima, ambas com dez anos, em um período de sete meses. A elaboração do impacto desses
lutos só foi possível na vida adulta. Falar sobre a morte foi e segue sendo um dos maiores tabus da nossa cultura.
Leia mais (02/18/2026 - 14h28)