A crise do
Banco Master vai voltar com força depois do Carnaval. São pelo menos três frentes de erosão: no
STF, após a suspeita de ministros de que foram gravados por Dias Toffoli na
sessão que decidiu pela saída dele da relatoria do caso; na pressão política sobre o chefe da
Polícia Federal, Andrei Rodrigues; e na movimentação do senador alagoano
Renan Calheiros.
Leia mais (02/13/2026 - 21h02)