As provas apresentadas pela
Polícia Civil de
Santa Catarina para pedir a internação de um adolescente apontado como
agressor do cão Orelha, animal comunitário da Praia Brava, de
Florianópolis, exploram contradições em depoimentos, mas têm lacunas, segundo análise de especialistas ouvidos pela
Folha. A medida de internação pedida pelos investigadores, avaliam, não deveria ser aplicada no caso.
Leia mais (02/04/2026 - 17h21)