É irresistível. Não consigo parar de escrever sobre
Bolsonaro. Meus fiéis leitores bolsonaristas me acusam de ter uma fixação por ele, talvez até de natureza imoral. Eu responderia que meu interesse por Bolsonaro é o mesmo que o dos herpetologistas pelos répteis que estudam -e, por acaso, há algo de fisicamente réptil em Bolsonaro que fascina seus seguidores. A diferença é que os répteis são nossos irmãos e até o veneno que destilam para se defender é usado pela ciência em nosso benefício. Já a peçonha de Bolsonaro quase foi mortal para a democracia.
Leia mais (01/22/2026 - 08h00)