O
discurso de abertura do ano judiciário do presidente do
STF, ministro
Edson Fachin, foi melhor do que a nota do último dia 22 em que ele tentara limpar a barra do ministro
Dias Toffoli. Se, naquela ocasião, o chefe do Poder Judiciário defendeu explicitamente a exuberante atuação do relator do caso
Master, desta feita ele afirmou que cada ministro deve responder pelas escolhas que faz. Mais, anunciou ter
incumbido a ministra Cármen Lúcia de elaborar um código de conduta para a corte.
Leia mais (02/03/2026 - 16h25)