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Agenda de leituras para 2026 de escritores, intelectuais e jornalistas (Parte 2)

1

Marcelo Mirisola

Escritor 

Plano de voo — “Ao longo de 2026” é uma viagem muito, muito longa. Não tenho plano de voo para tanto tempo, e tanta leitura. 

Mas é claro que alguns livros estão na minha alça-de-mira para os próximos dias, quiçá até a passagem do ano e, sendo muito otimista, até o dia de Reis.

Bem, faz tempo que procuro “Tirza”, de Arnon Grunberg. Nunca li nada deste autor holandês, porém várias pessoas que desconhecem umas às outras, e por motivos diferentes, já me recomendaram este livro. Não achei na Estante Virtual, encomendei com o Bactéria (@sebodobac.com) faz uns dois meses, e até agora nada.

A editora de Grunberg, a Rádio Londres, encerrou o expediente em 2020, e, além de “Tirza”, parece que têm outros livros dele. Se realmente for bom, é claro, vou atrás dos outros títulos.

Exatamente o que estou fazendo agora com Javier Cercas, autor do ótimo “A Velocidade da Luz”. Os próximos serão “Soldados de Salamina”, e um livro de ensaios cujo título é “Anatomia de um Instante”. Tenho para mim que só dá para ser um bom escritor se for um bom pensador, isso vale para Borges, Nelson Rodrigues e tantos escritores/ensaístas que admiro a propósito: as crônicas de Nelson Rodrigues ultrapassam o gênero crônica, e são verdadeiros ensaios, ou mais, adentram o ambiente das profecias,. Nelson Rodrigues é o nosso Isaías tricolor.

Falando em ensaio, e somente porque se trata de ensaio, penso em reler os ensaios de Thomas Mann — “O Escritor e Sua Missão”.

Mann têm muitos pontos convergentes com Orwell, sobretudo quando se trata de um tema que, hoje, é pulsante (ao menos para mim): o embate individualismo versus totalitarismo — leia-se literatura à vera versus coletivismo, identitarismo, “pretoguês” e merdas fascistóides afins. Aliás, preciso urgentemente ler Antônio Risério.

O que mais? Ah, o novo livro da Juliana Frank: “Nenhum Neón”, Juliana, para quem não lembra, é aquela autora que literalmente virou as costas para o público da Flip, e na ocasião foi execrada pela babaquice oficial. A mesma babaquice que convenceu o leitor de classe média (não me perguntem como, que eu respondo) a trocar Tolstói por Carolina Maria de Jesus.

Infelizmente é essa bosta de público que consome livros no Brasil, e aqui faço uma confissão: meu sonho é ser lido pela audiência do Ratinho, pelo próprio Ratinho, e, já que sonhar não paga nada, eu seria um escritor realizado se tivesse o único sertanejo que presta, Leonardo, e quiçá Vampeta como leitores, mas enfim, falava da Juliana Frank.

Ela não é só atitude, a mulher tem uma prosa quase hospitalar e muito divertida, quem leu “Duas Damas Bem Comportadas” de Jane Bowles sabe do que estou falando.

Outra autora que está na minha mira é Marisa Raja Gabaglia. Tô muito interessado nessa mulher: tremenda gata, cabelinho cortado à la garçonne, badaladíssima, atriz, jornalista e disputada pelo creme de la crème da época, até que se apaixonou por Osmani Ramos, cirurgião plástico, ultracafajeste e rematado criminoso.

Marisa mandou tudo à merda para viver um amor bandido com ele, de modo que foi alijada do convívio social e queimou seu filme para sempre, a experiência foi romanceada no livro “Amor Bandido” — a conferir.

Também tem um japa dublê de mendigo, ou ex-mendigo de fato, não entendi muito bem (de qualquer forma isso não o qualificaria a ser escritor) e que também é editor, ou seja, continua vivendo da caridade e do desprezo alheio, cujo nome é o nipo-brasileiro André Kondo.

O japa em questão foi recomendadíssimo por uma amiga que estimo e prezo demais, a Danita Cotrim. Ela entende muito do riscado, escreveu a orelha do meu “Quanto Custa um Elefante?”, e, enfim, despertou-me a curiosidade. 

Espero sinceramente que Kondo supere minhas expectativas e que eu possa colocá-lo na estante ao lado de Tanizaki, Kawabata, Akutaguawa e outros mestres nipônicos.

Inclusive aproveito a oportunidade para pedir licença e recomendar os livros de um japa que não é escritor, ele era um ilustrador, mas que estranhamente me provoca sinapses literárias, e muito tesão, falo de Namio Harukawa. Por enquanto, ou até a primeira semana de janeiro, é isso.

2

 Irapuan Costa Junior

Escritor, ensaísta, crítico e tradutor 

Tenho já dois livros no colimador, que pretendo percorrer com toda a atenção. Os assuntos tratados em um e outro são correlatos.

Já explico: tenho comigo que a historiografia universal não foi justa com os portugueses. A história de Portugal, a despeito do reduzido território e da pequena população do país, é uma das mais ricas, senão a mais rica do globo.

O projeto dos descobrimentos não só modificou o mundo conhecido, como se refletiu e se reflete até hoje na Humanidade. Como pode uma nação pequena como Portugal reunir esforços para conceber, planejar e executar uma tarefa tão desafiadora e gigantesca?

Que gênio iluminou o Infante D. Henrique para reunir todo o conhecimento da época, de uma ciência ainda engatinhando, para construir embarcações que fossem ao mesmo tempo manobráveis, velozes e resistentes? Para elaborar os mapas, as “cartas de marear”, num mundo desconhecido que pudessem dar um mínimo de direção aos navegantes? Para transmitir a cada capitão um mínimo de astrologia, para permitir que navegasse pelos astros?

Como foi possível aos portugueses desenvolver, antes de outras nações mais ricas, uma artilharia embarcada que tornava as naus lusitanas imbatíveis? E — talvez a mais importante das perguntas — por que os portugueses foram antes descobridores que colonizadores, e trataram as populações originárias como parceiras e não como colônias, enquanto outros povos agiram barbaramente como os franceses no Haiti, os belgas no Congo, os espanhóis no México e no Peru? Muitas respostas foram dadas, outras nem tanto.

Os livros de que falo abordam esses assuntos. São eles: “A Geografia do Infante D. Henrique”, de Joaquim Ferreira do Amaral, que saiu pela editora Círculo das Letras, de Lisboa, em 2019. E “Páginas Secretas da História de Portugal”, de Rainer Daehnhardt, da Edições Nova Acrópole, também de Lisboa, de 1993.

Joaquim Ferreira do Amaral nasceu em Lisboa, em 1945, e é engenheiro, político e historiador.

Rainer Daehnhardt nasceu em Viena, em 1941, mas vive em Portugal desde a juventude, e tem vasta obra publicada, sobre história e armaria, traduzida em vários idiomas.

3

Edson Aran

Escritor, roteirista e cartunista

Em 2026, devo continuar seguindo o sábio conselho do Millôr Fernandes: “Na ficção, leia os antigos. Na ciência, leia os novos”.

Como decidi continuar as aventuras do investigador filosófico Quincas Borba, personagem que roubei do Machado de Assis para meu romance “Quincas Borba e o Nosferatu”, estou lendo ou relendo muita coisa escrita no final do século 19. A história se passa em Paris, em 1871, nos meses que antecedem a Comuna.

Na pilha de livros estão “Tartarin de Tarascon” (Alphonse Daudet), alguns romances da série “As Aventuras de Rocambole” (Ponson du Terrail) e o sempre divertido “Diário Goncourt” (Edmond e Jules de Goncourt), que cobre o período de 1860 a 1896.

Como não quero revelar detalhes da trama, vou deixar de fora desta lista alguns livros que fariam o leitor adivinhar certos segredos. Sinto muito.

Fora desse trabalho de pesquisa, tem três livros que lerei por prazer. Os três são em inglês e não têm tradução em português, o que é uma pena. 

A primeira obra é “Red Dwarf”, de Grand Naylor (que, na verdade, são dois ingleses: Rob Grant e Doug Naylor). Eles são os criadores de uma série de humor e ficção científica de mesmo nome e que tem alguma semelhança com o “Guia do Mochileiro das Galáxias”, do Douglas Adams. O livro não é uma adaptação da série, mas um trabalho literário independente. Estou pelo meio do volume.

A outra obra é “The Penguin Book of Oulipo”, uma antologia em inglês do grupo Oulipo (Oficina de Literatura Potencial), que contou com Italo Calvino, Georges Perec e Raymond Queneau, entre outros.

Organizado por Philip Terry, o livro inclui também precursores do movimento, como Alfred Jarry, François Rabelais e Lewis Carroll. O Oulipo tem certo parentesco com o nosso Concretismo, mas é menos hermético e mais iconoclasta. Esse eu leio aos pedaços, um pouquinho de cada vez para durar mais.

O terceiro da lista é “Master of Atlantis”, de Charles Portis, que é uma ficção humorística sobre uma misteriosa sociedade secreta surgida na França no começo do século 20.

Portis é o autor de “True Grit”, que deu origem a dois filmes batizados de “Bravura Indômita”, um com John Wayne em 1969, outro com Jeff Bridges em 2010. O livro é de 1985 e eu nunca tinha ouvido falar dele, embora me considere um expert em literatura de humor, veja você.

4

Edival Lourenço

Poeta e prosador

1 — “Carlos Lacerda/A República das Abelhas” — Rodrigo Lacerda (Cia das Letras, 515 páginas). “Uma nova perspectiva sobre a história do Brasil. A partir da fina reconstrução psicológica da relação orgânica entre personagens e acontecimentos, a narrativa transcende períodos específicos, remetendo ao fluxo mais amplo da aventura política nacional.”

2 — “A Hora dos Ruminantes” — José J. Veiga (Cia das Letras, 144 páginas). “Uma bela e marcante fábula sobre uma pequena cidade invadida por animais, que passou a ser uma espécie de referência e síntese de sua obra”, diz Cristovão Tezza. Gosto tanto desse romance que já vai para a terceira releitura.

3 — “Meu Nome é Vermelho” — Orhan Pamuk (Cia das Letras, 572 páginas). O escritor turco foi contemplado com o Nobel de 2006. “Narrativa policial, um amor proibido e reflexões sobre as culturas do Oriente se resumem neste livro. Os fatos se passam na Istambul do século XVI.”

4 — “A República dos Sonhos” — Nélida Piñon (Record, 713 páginas). Romance profundo e abrangente, narra a história de gerações de uma família (a da própria autora), da saída da Espanha no início do século passado, em petição de miséria, até o enriquecimento no Brasil, com os problemas decorrentes.

5 — “Sátantángó” — Lásló Krasznahorkai, Cia das Letras, 2022, 227 pág. Autor vencedor do Nobel de 2025. “A ação se concentra na chegada de certo homem misteriosos, que pode ser um profeta, um vigarista, ou o próprio demônio, a uma aldeia húngara, infestada de bêbados, aranhas, casas em reinas, destinos fracassados – e onde a chuva não para de cair”.

6 — “A Arte de Driblar Destinos” — Celso Costa (Fósforo, 285 páginas). Prêmio Leya de 2022. O romance narra de forma trágica e terna a infância do próprio autor, no sertão bruto do Paraná.

7 — “A Nervura do Real” — Marilena Chaui (Cia das letras, 941 páginas). Chaui é reconhecida mundialmente como uma das mais influentes filósofas espinosanas, inclusive pelo espinosista  Gilles Deleuze. Esta é a obra máxima da autora sobre Spinosa. Leitura desafiante. Será minha primeira releitura.

8 — “Os Fios da Missanga” — Mia Couto (Cia das Letras). São 147 contos que demonstram e fixam hábitos arraigados de Moçambique, na linguagem sempre crítico-inventiva do autor.

9 — “Má Notícia para o Pai da Criança” — Reinaldo Santos Neves (Editora Cândida, 117 páginas). Contos de humor sutil e refinado.

10 — “A Lua Vem da Ásia” — Campos de Carvalho (Autêntica, 174 páginas). Romance desconcertante de humor sutil, obra sui generis, que cresce a cada dia mais no conceito do leitor mais exigente.

11 — “Estação Infinita e Outras Estações” — Ruy Espinheira Filho (Bertrand Brasil). Reunião de poemas de um dos autores mais relevantes do último quartel do século passado, início do século XXI. Vale sempre a pena ler e reler. 

 5

Cintia Moscovich

Escritora 

Entra dezembro e um dos grandes anseios para o ano que se anuncia é vencer a pilha de leituras que só faz aumentar.

Neste exato momento estou lendo “Desterros” (Todavia), de Natália Timerman, livro que nasceu do trabalho da autora no Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário de São Paulo. Trata-se do primeiro livro de Natália e é escrito com o mesmo apuro e sensibilidade que viriam a se confirmar no futuro. Uma maravilha.

Por outro lado, tenho alguns livros do qual pretendo dar conta logo, logo. “A Trilogia dos Gêmeos” (Dublinense), da húngara Ágota Kristóf, que inclui “O Grande Caderno”, “A Prova” e “A Terceira Mentira”, me chamou a atenção. A história gira em torno dos gêmeos Claus e Lucas, deixados na casa da avó numa pequena cidade para que tenham alguma chance de sobreviver à guerra. A autora é uma grande referência na Europa e os livros são apresentados num box promocional muito bonito (excelente presente para gente leitora).

Outro livro que aguarda minha atenção é o “Meninos que Brincaram na Lua” (Tinta Negra), de Fernando Molica, que reúne crônicas que misturam memória, política, futebol e música. Ao lado dele, tenho “O Mundo Começa em Cajuri” (Tinta Negra), reunião de crônicas mineiríssimas de José Amélio Molica, pai de Fernando. Não é uma graça ler pai e filho?

“O Último Dia da Infância” (Malê), de Marcelo Moutinho, é um livro delicadíssimo, que une lirismo e humor em crônicas essenciais. O primeiro texto do livro, “Mãe: Um Tríptico”, é uma perfeição.

“Mulher de Outono” (Editora Alcance), de Jane Tutikian, é mais um daqueles volumes de contos para se ter na cabeceira. Jane é uma autora que sempre admirei e que nos brinda com um histórias de mulheres confrontadas duramente com a vida.

Fabrício Carpinejar nos desacomoda com mais uma de suas provocações: “Deixe Ir” (Bertrand Brasil). Eu, que sempre encontro verdades nos livros de Fabrício, pretendo descobrir o que esse querido irmão de coração nos reserva dessa vez.

Estou na altura da vida em que quero reler, porque já esqueci e porque quero voltar ao encantamento das primeiras leituras. Este ano vou retornar a “Crime e Castigo”. Anseio pelo encontro com Raskólnikov e seu monumental sofrimento.

6

Ana Kelly Souto

Filósofa e escritora 

A cada ano inaugura não apenas um calendário novo, mas também um novo ciclo de leituras possíveis. Aceitar o convite para escrever sobre o que pretendo ler é, ao mesmo tempo, um exercício de planejamento e de desejo, escolher livros é escolher perguntas para carregar ao longo dos meses.

Senhora da Humildade, escultura de Asbjørn Andresen | Foto: Reprodução

Compartilho as obras que imagino poderem responder as minhas perguntas no ano de 2026. Essas perguntas têm a ver com a pesquisa para o pós-doutoramento, no qual pretendo investigar a Representação da mulher, em específico a obra do artista norueguês Asbjørn Andresen (1937), que confeccionou uma imagem da Senhora da Humildade. Ela está disposta sentada num banco de madeira, localizada na capela do Seminário da Imaculada Conceição de Braga, em Portugal.

A escultura Senhora da Humildade trata-se de uma figura materna sem joias ou tronos, com uma coroa não na cabeça, mas nas mãos, que reflete uma imagem contemporânea da Virgem, mas como uma senhora, de cabelos grisalhos, roupa escura, pés à mostra, sentada fora do altar, próxima ao cotidiano das pessoas rompendo com hierarquias tradicionais, como a eterna juventude de Maria. Nessa obra de arte Nossa senhora é representada como uma senhora, humaniza a Virgem como uma avó devota, e fugiu do idealizado clássico, mostra a vida, a maternidade real da mãe de Jesus.

Movida pela estada de seis meses no norte de Portugal e pelas perguntas que atravessam minha pesquisa sobre o sagrado feminino na cultura e na religião, escolho “Viagem a Portugal” (Companhia das Letras), de José Saramago, como minha primeira leitura de 2026.

Mais do que um guia, o livro é um percurso literário no qual Portugal surge quase como um personagem. A edição que tenho, em capa dura e com fotografias, reforça esse caráter sensorial: Saramago passeia por ruas, vilas e paisagens com um olhar afetivo, capaz de fazer o leitor sentir até o cheiro do pastel de nata recém-saído do forno.

Pretendo usar o livro como um mapa literário e afetivo: farei um checklist dos lugares citados e fotografarei cada um deles como aparece na obra. “Viagem a Portugal” será, assim, um aquecimento para adestrar meu olhar de turista e pesquisadora, preparando-me para compreender e contemplar o país com mais intensidade. A partir dessa primeira aproximação ao território português, sigo para leituras que aprofundam não apenas o mundo lusófono, mas também minhas reflexões sobre a mulher, a contemporaneidade e os modos como imaginamos o futuro.

Nesse contexto, volto-me para a obra de Lídia Jorge, em “Diante da Manta do Soldado”, a autora aborda os impactos da guerra e a forma como suas marcas se projetam no cotidiano e como a violência histórica se inscreve nas vidas de mulheres e homens comuns. 

Já em “Misericórdia”, Lídia Jorge trata do envelhecimento feminino com a sobriedade e a sensibilidade que caracterizam sua escrita, examinando as transformações do corpo e da memória. Publicados pela Autêntica Contemporânea, os dois títulos oferecem leituras fundamentais para compreender o humano diante das tensões do presente, e dialogam diretamente com as perguntas que levarei para 2026.

Para além do universo lusófono, pretendo me dedicar a algumas das pensadoras contemporâneas mais relevantes para compreender os debates atuais sobre raça, gênero e religião. Entre elas está Linda Martín Alcoff, filósofa panamenha-americana, cujo livro “Race and Racism — A Decolonial Approach” (Oxford University Press) examina como as dinâmicas raciais operam no mundo contemporâneo, questionando os efeitos persistentes do colonialismo nas estruturas sociais e epistemológicas. Também retorno à obra de Rita Segato, antropóloga argentina que, em “As Estruturas Elementares da Violência” (Bazar do tempo, 2025), aprofunda sua análise sobre a violência de gênero e os mecanismos que a sustentam.

Por fim, incluo na lista “Teologia de Mulheres” (Vozes, 2025), de Maria Clara Bingemer, teóloga e professora da PUC-Rio, cuja produção é fundamental para pensar a experiência feminina no campo religioso. Juntas, essas leituras ampliam meu repertório teórico e dialogam diretamente com os eixos que orientam minha pesquisa de pós-doutorado.

Mas, para além das leituras vinculadas ao projeto acadêmico, também preservo meu retorno às origens, aproveitando a estada em Portugal, pretendo reler Bernardo Élis e promover encontros dedicados exclusivamente à sua obra para o público português. Será uma maneira de levar comigo não apenas os temas da minha pesquisa, mas também a literatura que expressa a minha terra, criando uma ponte entre Goiás e o cenário cultural português.

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