Foram necessários dez anos para que mais de 600 mil pessoas atingidas pela
tragédia de Mariana (MG) pudessem assistir ao
reconhecimento judicial de que a maior mineradora do mundo, a BHP, foi responsável pelo devastador desastre ambiental. Ao longo destes anos não se discutiu apenas o pagamento de uma justa indenização às vítimas, mas a fixação de uma condenação capaz de ser um exemplo civilizatório de que a ganância e a irresponsabilidade não podem prevalecer sobre o
meio ambiente e a dignidade humana.
Leia mais (11/27/2025 - 22h00)