A prisão preventiva de
Jair Bolsonaro, na manhã deste sábado (22), acendeu imediatamente os grupos públicos de
WhatsApp e
Telegram monitorados pela
Palver. Em poucas horas, milhares de mensagens com o nome do ex-presidente circularam em mais de 100 mil grupos, num retrato em tempo real de como o bolsonarismo e seus críticos reagiram à detenção não pelo golpe de Estado em si, mas pela suspeita de tentativa de fuga após a decisão do ministro do
STF Alexandre de Moraes.
Leia mais (11/22/2025 - 13h46)