Hotel Barracuda, em Itacaré, une luxo escandinavo e charme baiano
Havia uma paulistana no jogo também, a designer Juliana Ghiotto, que tinha vindo no ano anterior e havia se apaixonado por um surfista local, Daniel. Ela, como costuma dizer, fez a ponte entre os escandinavos e os baianos. Deu match total. Eis que o grupo comprou uma área de 26 hectares, um imenso pasto com alguns coqueiros e dendezeiros bem perto do agitado centrinho da cidade.
A ideia dos escandinavos era construir ali um punhado de casas de veraneio, cercadas por mata nativa, de cara para a praia do Resende. Mas até que as obras começassem demorou uns oito anos, em meio ao vaivém da papelada do licenciamento ambiental e do estudo de flora e fauna para recobrir a área com vegetação da região -hoje, são mais de 60 espécies ali representadas, como o araçá, o imbé e o cajueiro. Leia mais (11/12/2025 - 23h00)