É como se os fantasmas de
Federico Fellini,
Marcello Mastroianni e Anita Ekberg tivessem sido despejados de seu habitat -Fellini, o cineasta, com suas câmeras; Marcello, o jornalista, com seu caderninho de telefones das maiores mulheres da
Europa; e Anita, a deusa descalça, de preto longo e busto continental. O cenário é o Café de Paris, em
Roma, território de "A Doce Vida", o filme com que Fellini parou o mundo em 1960 -o
Vaticano tentou proibi-lo, os liberais o defenderam, e todo mundo quis vê-lo para conferir. Mas há muito não há mais a doce vida. Não aquela que Fellini mostrou.
Leia mais (05/31/2025 - 08h00)