Não é fé, é fezada
Era suposto haver quem visse numa acção de campanha um sinal divino? Estaria Deus a antecipar-se a Marcelo, preocupado com as condições de governabilidade em Portugal, e quisesse dar uma ajudinha concedendo maior dimensão à vitória esperada? Quer-me parecer que se Deus se metesse nestas coisas era bem capaz de penalizar a máquina laranja por excesso de voluntarismo, ou não fosse a invocação indevida do nome de Deus uma proibição em forma de segundo mandamento