A comissária para os direitos humanos do Conselho da Europa visitou Kiev e, de regresso, concedeu uma entrevista ao Expresso. Traz o pensamento agitado pelos arredores destruídos pelos combates, a terra lamacenta, revolta pelos que tombaram, a paz dos cemitérios, o busto de Taras Shevshenko com a bala cravada na testa. E fala da deportação de crianças, que dias depois desta conversa deu azo a uma acusação do Tribunal Penal Internacional contra o Presidente russo