Uma série de estudos feitos por equipas científicas de vários países está a chegar à conclusão de que o fenómeno “amplificação Ártico” contribui para acelerar a velocidade a que sobe a temperatura no topo do mundo. Sabe-se mais hoje sobre os fatores que determinam que desde há 43 anos a subida ali seja mais rápida. Lá para 2050, deverá abrandar, quando a temperatura global já for “terrivelmente quente”