Quando leu Grande Sertão: Veredas, Manuel Bandeira escreveu a João Guimarães Rosa. Disse que o livro não precisava ser todo escrito “num rojão só, sem interrupções. Também deixou uma desconfiança inicial quanto à fama de haver ali uma língua nova, já que ele, Bandeira, declara não gostar de “língua inventada. Mas se surpreende: “Vai-se ver, não é língua nova nenhuma a do Riobaldo. Difícil é, às vezes. Quanta palavra do sertão!.