Quando sua versão mais recente foi anunciada, em outubro de 2016, a mascote Canarinho ainda carregava o status que ganhou quando foi lançado, em 2014, de personificação do apelido dado à seleção brasileira desde que a camisa do uniforme principal passou a ser amarela, em 1954. Naquele ano, entretanto, dois após o
fatídico 7 a 1 contra a Alemanha, a figura oficial da CBF, que hoje carrega o
sobrenome não reconhecido pela instituição de "pistola", pouco entreteve os brasileiros.
Leia mais (06/29/2018 - 14h44)