O ateliê de
Guilherme Gallé, na zona oeste de São Paulo, está estranhamente vazio. As paredes exibem uma sequência de telas em branco, com exceção de duas obras mais antigas, que ele não vende, nem empresta -"sem elas, fico sem chão"-, e um estudo futuro. Um ambiente que espelha o próprio caráter da sua pintura: poucos elementos e uma economia que traduz concentração.
Leia mais (02/20/2026 - 10h00)